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TRATAMENTO MÉDICO/ESPIRITUAL

Documentário da cineasta Júlia Machado mostra as atividades exercidas no Núcleo Espírita Nosso Lar (NENL/CAPC), em Florianópolis e São José. A produção apresenta ao público os diversos tratamentos desenvolvidos pelo núcleo, como a transferência energética, cromoterapia e massagem podal…

Clique sobre o tema

NossoLar CAPC I – EM BUSCA DA CURA

NossoLar CAPC II – EM BUSCA DA CURA

NossoLar CAPC III – EM BUSCA DA CURA

A EXPERIÊNCIA DE SER TRATADO NO CAPC

Fonte: You Tube

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 M Ã E

 

♥ PRESENTE DIVINO ♥

Aproximava-se o dia das mães, sem emprego e dinheiro para comprar uma lembrança para a minha mãe, as horas se passavam eu estava preocupado porque não tinha comprado nada para ela, ouvia os meus colegas, camaradas e vizinhos dizendo que já tinham comprado os presentes de suas mães eram bonitos e eles sabiam que elas iam gostar muito.

Todos sorridentes, eu de cabeça baixa, pensando comigo mesmo o que deveria fazer.

Queria ofertar a minha mãe um presente que tivesse valor material. De repente, me dei conta que andava pelas ruas sem destino, avistava tantas crianças brincando, trabalhando, outros pedindo ajuda com as suas mães a quem passava, para sobreviver neste mundo de meu Deus, sem se preocupar se era véspera ou dia das mães.

Observava uma senhora, que estava sentada em um canto, parecendo que ela sabia o que eu estava pensando naquele momento. Ela se aproximou de mim, parou na minha frente toda rasgada e suja e pedindo-me um abraço. Pensei, um pouco sem graça e sem jeito e abracei-a sem preconceito, ela sorriu, senti o seu semblante modificar após o abraço, ela tirou de um saco uma rosa que guardava com tanto amor, chamou-me de meu filho, dizendo: “leve está rosa e ofereça a sua mãe, ela vai gostar muito.” Agradeci, sai correndo radiante de alegria com a rosa na mão e quando cheguei em casa, guardei-a com todo amor.

No dia seguinte acordei cedo, feliz e sorridente, peguei a rosa que estava tão bonita, parecendo que tinha colhido da roseira àquela hora.

Chamei a minha mãe e falei: “não tenho ouro nem prata para lhe ofertar, só está rosa que ganhei com muito amor e lhe ofereço de todo coração.” Ela abraçou-me e beijou-me dizendo” Meu filho! O maior presente que eu poderia ganhar, Deus já me deu: é você meu filho.”

Naquele instante parei e refleti! O que importa, não são os bens materiais e sim os espirituais. Não contive as lagrimas e a emoção, gritei para todos que passavam na rua, “meu Deus! Abençoe aquela mulher, e a minha mãe e a todas as mães deste mundo.”

Edelson Cruz

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Quem assistiu Avatar?

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Filme Nosso Lar  (2010)

Clique aqui e assista Making Of – Umbral

Clique aqui e assista Making Of – Bastidores

Clique aqui e assista ao Trailer Oficial

Ator, Renato Prieto

e Diretor, Wagner de Assis,

do filme Nosso Lar, falam de forma emocionante

no 3º Congresso Espírita Brasileiro.

Na foto: Renato Prieto

Clique aqui e assista ao vídeo.

O CENTENÁRIO DE CHICO XAVIER

Correios homenageiam escritor e líder espiritual mineiro com selo e cartão postal

O selo traz uma foto de Chico Xavier autografando um de seus livros junto com uma frase de sua autoria e tem como fundo os detalhes de uma carta psicografada. Serão emitidos 600 mil selos, com valor de R$ 1,05; e oito mil cartões postais, com valor unitário de R$ 1,00.

Francisco Cândido Xavier nasceu em 2 de abril de 1910, em Pedro Leopoldo (MG). Psicografou mais de 400 livros, muitos deles traduzidos para vários idiomas, tendo doado os direitos autorais para obras assistenciais no Brasil e no exterior.

Conhecido mundialmente, Chico Xavier foi indicado, em 1981, ao Prêmio Nobel da Paz por dez milhões de brasileiros e recebeu o título de Mineiro do Século em Minas Gerais. Morreu aos 92 anos, em 30 de junho de 2002, em Uberaba, vítima de parada cardíaca.

O selo e o cartão postal começam a circular no dia da comemoração do centenário de Chico Xavier, 2 de abril, e serão comercializados pelos Correios até dezembro de 2013.

* Com informações da ECT

Augusto Henriques/Assessoria de Comunicação Social

Ministério das Comunicações

55 61 3311 6587

imprensa@mc.gov.br

Fonte: http://www.mc.gov.br/noticias-do-site/22452-selo-homenageia-o-centenario-de-chico-xavier

FILME ESPÍRITA

Chico Xavier  (2010)  – Clique aqui e assista ao trailer  (You Tube)

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NOVELA ESPÍRITA NA GLOBO

A Doutrina Espírita vem sendo tema recorrente em novelas da Globo. Dessa vez Elizabeth Jhin ficou encarregada de trazer para as telas a novela ALÉM DA VIDA que terá como protagonista o ator Humberto Martins, um pai atormentado pelo espírito do filho (Jayme Matarazzo Filho) morto em um acidente e que volta do umbral para atrapalhar a vida amorosa do pai que se apaixonará perdidamente por sua ex-namorada (Nathália Dill).Tanto a autora, como os três atores principais estão estudando as obras do espírito André Luiz para poderem compor a trama e os personagens.O tema será a obsessão e a lei de causa e efeito.A novela começa a ser produzida na segunda quinzena de janeiro e uma área enorme do Projac já foi reservada para ambientar o umbral. Um campo de golfe próximo ao jardim Botânico também já foi reservado para as cenas que se passarão na colônia Nosso Lar. Segundo a autora a novela trará um diferencial para o Espiritismo. Pela primeira vez será mostrado uma chefe do umbral em vez de um chefe homem. A atriz Joana Fomm está sendo sondada para viver um espírito maligno que comanda boa parte do umbral onde o rapaz será levado após a morte e será ela quem o incentivará na vingança.A novela será muito parecida com A Viagem, mas será muito bom ver nossa querida doutrina mais uma vez arrebentando na telinha.Começa em março ou abril.

Joana Fomm fará uma grande vilã na novela da Jhin.

Fonte:

http://tvfoco.com.br/tv-foco/saiba-mais-sobre-alem-da-vida-a-nova-novela-espirita-da-globo

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DIA INTERNACIONAL DA MULHER – 08 DE MARÇO

“Uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou os braços, mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas.”

Séneca

A RAINHA NZINGA

Dona Ana de Sousa ou Ngola Ana Nzinga Mbande ou Rainha Ginga (c. 1583 — Matamba, 17 de dezembro de 1663) foi uma rainha (“Ngola”) dos reinos do Ndongo e de Matamba, no Sudoeste de África, no século XVII. O seu título real na língua quimbundo – “Ngola” -, foi o nome utilizado pelos portugueses para denominar aquela região (Angola).

Nzinga viveu durante um período em que o tráfico de escravos africanos e a consolidação do poder dos portugueses na região estavam a crescer rapidamente. Era filha de Nzinga a Mbande Ngola Kiluaje e de Guenguela Cakombe, e irmã do Ngola Ngoli Bbondi (o régulo de Matamba), que tendo se revoltado contra o domínio português em 1618, foi derrotado pelas forças sob o comando de Luís Mendes de Vasconcelos. O seu nome surge nos registros históricos três anos mais tarde, como uma enviada de seu irmão, numa conferência de paz com o governador português de Luanda. Após anos de incursões portuguesas para capturar escravos, e entre batalhas intermitentes, Nzinga negociou um tratado de termos iguais, converteu-se ao cristianismo para fortalecer o tratado e adotou o nome português de Dona Ana de Sousa.

No ano subsequente, entretanto, reiniciaram-se as hostilidades. As fontes divergem quanto ao motivo:

• Ngoli Bbondi teria se revoltado novamente, fazendo grandes ofensas aos portugueses e derrotando as tropas do governador português João Correia de Sousa em 1621. Dona Ana, entretanto, teria permanecido fiel aos portugueses, a quem teria auxiliado por vingança ao assassinato, pelo irmão, de um filho seu. Tendo envenenado o irmão, sucedeu-lhe no poder.

Ou

• Tendo os termos do tratado sido rompidos por Portugal, Dona Ana pediu a seu irmão para interceder e lutar contra a invasão portuguesa. Diante da recusa de seu irmão, Nzinga, pessoalmente, formou uma aliança com o povo Jaga, desposando o seu chefe, e subseqüentemente conquistando o reino de Matamba. Ganhou notoriedade durante a guerra por liderar pessoalmente as suas tropas e por ter proibido as suas tropas de a tratarem como “Rainha”, preferindo que se dirigissem a ela como “Rei”. Em 1635 encontrava-se disponível para formar uma coligação com os reinos do Congo, Kassanje, Dembos e Kissama.

Como soberana, rompeu os compromissos com Portugal, abandonando a religião católica e praticando uma série de violências não só contra os portugueses, mas também contra as populações tributárias de Portugal na região. O governador de Angola, Fernão de Sousa, moveu-lhe guerra exemplar, derrotando-a em batalha em que lhe matou muita gente e aprisionando-lhe duas irmãs, Cambe e Funge. Estas foram trazidas para Luanda e batizadas, respectivamente com os nomes de Bárbara e Engrácia, tendo retornado, em 1623, para Matamba.

A rainha manteve-se em paz por quase duas décadas até que, diante do plano de conquista de Angola por forças da Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais, percebeu uma nova oportunidade de resistir. Traída eventualmente pelos Jaga, formou uma aliança com os holandeses que à época ocupavam boa parte da Região Nordeste do Brasil. Com o auxílio das forças de Nzinga, os holandeses conseguiram ocupar Luanda, de 1641 a 1648.

Em Janeiro de 1647, Gaspar Borges de Madureira derrotou as forças de Nzinga, aprisionando sua irmã, D. Bárbara. Com a reconquista definitiva de Angola pelas forças portuguesas de Salvador Correia de Sá e Benevides, retirou-se para Matamba, onde continuou a resistir.

Em 1657, um grupo de missionários capuchinhos italianos convenceram-na a retornar à fé católica, e então, o governador de Angola, Luís Martins de Sousa Chichorro, restitui-lhe a irmã, que ainda era mantida cativa.

Em 1659, Dona Ana assinou um novo tratado de paz com Portugal. Ajudou a reinserir antigos escravos e formou uma economia que ao contrário de outras no continente, não dependia do tráfico de escravos. Dona Ana faleceu de forma pacífica aos oitenta anos de idade, como uma figura admirada e respeitada por Portugal.

Após a sua morte, 7000 mil soldados da Rainha Ginga, foram levados para o Brasil e vendidos como escravos. Os portugueses passaram a controlar a área em 1671. Em certas áreas, Portugal não obteve controle total até o século XX, principalmente devido ao seu tipo de colonização, centrado no litoral.

No Brasil, o nome da Rainha Ginga é referido em vários folguedos da Festa de Reis dos negros do Rosário, onde reis-de-congo católicos lutam contra reis que não aceitam o cristianismo.

Dona Ana de Sousa possuía muitas variações do seu nome que, em alguns casos, eram completamente distintos. Entre eles (mas não apenas, registram-se: Rainha Nzinga, Nzinga I, Rainha Nzinga Mdongo, Nzinga Mbandi, Nzinga Mbande, Jinga, Singa, Zhinga, Ginga, Ana Nzinga, Ngola Nzinga, Nzinga de Matamba, Rainha Nzingha de Ndongo, Ann Nzingha, Nxingha, Mbande Ana Nzingha e Ann Nzingha.

Wikipédia

(…) As mulheres estão em constante luta por uma sociedade de paz, de amor, mulheres como a Madre Teresa de Calcutá que viveu cuidando dos pobres dando-lhe carinho e acima de tudo esperança de viver demonstrando que com fé e amor é possível encontrar os caminhos da felicidade. Outra mulher excepcional foi a Princesa Diana pela sua bondade, ajuda ao próximo, pelo seu empenho pelo acordo que banem a fabricação de minas de guerra, este artefacto monstruoso, destruidor e assassino.

A todas as mulheres guerreiras deste Mundo que se sacrificam pelos seus filhos, que lutam pela sua sobrevivência, que nos dão e transmitem hábito, a todas vocês todo o nosso carinho, com o compromisso de melhorarmos a nossa conduta para que as gerações vindouras não passem nunca mais o que vocês passaram.

Caetano Pinto Falcão – Editor Executivo da Muangolê Notícias

PARABÉNS MULHERES!

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REFLEXÃO

Carnaval… Onde está a alegria?

Recordo-me quando li a primeira vez a respeito dos bastidores do Carnaval no livro “Nas Fronteiras da Loucura”, escrito pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda, psicografia de Divaldo Franco. Fiquei surpresa, pois Carnaval não era sinônimo de alegria?! É uma festa cultural, histórica, e descobri que era uma cultura promovida por espíritos trevosos.

Histórica, é verdade, pois o nome Carnaval tem sua origem na expressão “carne nada vale”, uma festa criada na antigüidade pelos povos pagãos. Segundo os historiadores, eram as festas greco-romanas denominadas Saturnalias e as Bacchanalias, respectivamente voltadas para o culto de Saturno e de Baco. Em dias como estes tudo era permitido: as pessoas entregavam-se aos mais diversos desvarios e tudo com a “capa” da alegria, em nome da “liberdade”e da “igualdade”. Tanto é que servos misturavam-se aos senhores romanos nesse dia (algo impensável na cultura daquela época) – era a festa na qual o povo promovia e “comandava” o espetáculo, regado à bebedices, orgias, glutonarias, bem ao gosto da antiga Roma.

A Igreja incorporou essa cultura dantesca em seu calendário oficial no ano de 590 d.c. Na verdade, não porque aprovassem a festa, mas porque não queriam desagradar os fiéis. E pergunto-me se essa fidelidade não deveria ser em relação aos ensinamentos do Cristo e não às idéias mundanas.

Sem dúvida alguma, Jesus nos ensinou como ninguém a igualdade entre os homens, tanto que jamais autoproclamou-se Senhor e, muito menos, considerou os seus irmãos como servos Nem aqui desejamos tratar das desigualdades sociais, mas ainda hoje vemos nas avenidas essa cultura primitiva se estabelecer, quando identificamos os mais abastados materialmente “caindo na folia” no período carnavalesco com os mesmos desafortunados que serão desprezados por eles mesmos após a quarta-feira de cinzas. É o preconceito enraizado há séculos fazendo-se ainda presente e totalmente contrário aos ensinamentos cristãos. A liberdade ensinada pelo Cristo inverteu-se em libertinagem praticada pelos homens, esse o retrato moral do que vemos nesses quatro dias de “festa” no plano terreno.

Nós, espíritas, já encontramo-nos devidamente esclarecidos pelos espíritos superiores quanto às companhias espirituais inferiores que atraímos ao comungar com vícios e excessos de todo gênero. Manoel P. de Miranda nos narra que uma multidão de espíritos trevosos, oriundos de vales doentios, dos abismos espirituais, que comprazem-se no álcool, no fumo, no desvirtuamento do sexo, nas fanfarrices e nas mais variadas expressões emocionais inferiorizadas, por vezes até primitivas, comparecem a essa “festa” e até desfilam com os incautos foliões pelas ruas e avenidas. Não somente desfilam, mas muitos aproveitam para colocar em prática vinganças planejadas com antecedência. O ambiente psíquico fica favorável para as investidas malsãs, já que as energias irradiadas dos dois lados da vida são densas, escuras e extremamente negativas.

O mais lamentável é que somos nós que enviamos esse “convite” às trevas ao vibrarmos em uníssono com essa falsa alegria. Não nos esqueçamos que nós atraímos os espíritos que nos são afins, caso contrário, esses espíritos até poderiam tentar nos influenciar com suas idéias e costumes desvairados, mas não encontrariam em nosso íntimo ressonância.

Você consegue imaginar Bezerra de Menezes, Eurípedes Barsanulfo, Madre Tereza de Calcutá, Gandhi, espíritos valorosos que passaram pela Terra deixando-se influenciar pelos arroubos do Carnaval? Em sã consciência, consegue visualizar Jesus e os apóstolos festejando a vã alegria? Onde a vigilância que o Mestre nos ensinou nesse período? Em qual momento encontramos a oração e a caridade?

Se essas personalidades luminíferas, que trabalham em prol do bem da Humanidade até hoje dos mais altos planos espirituais, não comungam do ideal carnavalesco, porque nós nos permitimos tal comportamento invigilante? Onde fica a vivência cristã que almejamos?

Poderemos até tentar nos enganar, afirmando-nos felizes ao desfilar numa avenida, buscando as sensações efêmeras do sexo desregrado, mas a verdade é que encarnados ou desencarnados, quando distanciados do Cristo, estaremos bem distantes da verdadeira felicidade.

Uma coisa é afirmar-se feliz, outra bem diferente é ser feliz. Quantas dores, quantos dramas não estão escondidos por detrás das máscaras e fantasias? Quantos sorrisos são realmente verdadeiros? Quantas afeições são destruídas? Quantos crimes são cometidos? Quantas crianças encaminhadas para os mais variados vícios?

Estaremos conscientes desse mal ou coniventes com o erro? Cabe a cada um a análise de si mesmo.

Que nós possamos aproveitar esse período para um retiro espiritual, buscando, no local em que estivermos, a leitura edificante, o envolvimento com os benfeitores espirituais, nos abstendo quanto possível dessas energias perniciosas da “festa da alegria”.

Que a oração e a vigilância estejam presentes em nosso dia-a-dia, sendo instrumentos úteis nas mãos dos espíritos de luz que chegam dos vários planos espirituais para o socorro ao próximo, já que em meio a tantos desvarios, certamente encontraremos variados sofrimentos.

Cultivemos, esta sim, a verdadeira alegria de servir ao Bem na Terra.

por Simone do Valle

Fonte: blog.aveluz.com.br

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MENSAGEM

A ESPERANÇA NUNCA MORRE

O asilo de idosos recebeu naquela manhã mais uma senhora.

Chegou calada, sentou-se em uma cadeira de rodas e mergulhou em lágrimas. O semblante traduzia a desesperança e a mágoa pelo abandono.

Notava-se que o seu único intuito era aguardar a morte. Parecia que a sua volta tudo já morrera, igualmente.

Foi então que um jovem, que costumava visitar os idosos com regularidade, se aproximou.

Tentou conversar. Mas ela se mantinha calada, num protesto mudo de rejeição aos homens que a haviam deixado ali. Longos suspiros escapavam do seu peito e as lágrimas rolavam, silenciosas.

O rapaz brincou, perguntou e insistiu. Ela não conseguiu resistir. Sorriu e acabou por contar a triste história de sua vida.

Fora uma mulher muito rica. Com o marido, administrava sete fazendas. Com a morte dele, ela assumira os compromissos, ao tempo que cuidava da única filha.

Quando a filha se casou, estranhamente foi se acercando da mãe. Começou a se interessar pelos negócios. Depois, foi a vez do genro. Tarefas divididas. Esforços somados.

Ela pensava em como tudo, um dia, deveria ficar para a filha e os netos. Talvez ela, em sua velhice, pudesse realizar algumas viagens que nunca se permitira. Aos setenta e dois anos, por insistência da filha, passou-lhe uma procuração, concedendo-lhe amplos poderes.

Fora seu erro. Em plena posse de tudo o que um dia seria seu por direito, a filha aliou-se ao marido e em doloroso processo, conseguiu que a mãe fosse declarada incapaz.

Por fim, a colocaram naquele asilo, sem recursos. Não era para morrer de desgosto? – concluiu a senhora.

O jovem, reconhecendo nela os valores da liderança, da capacidade de trabalho, lhe falou do quanto ela poderia enriquecer outras vidas. Ela era uma pessoa com experiência administrativa. Por que não se dispor ao trabalho naquela instituição, auxiliando o serviço de voluntários e funcionários? Por que não reunir aqueles idosos todos, sem esperança, e lhes falar da terra, de grãos, produção, gado, semeaduras?

Afinal, muitos deles vinham do campo e com certeza gostariam de ouvir sobre o que fora a tônica das suas vidas, por um largo tempo.

Ela ouviu, ouviu e aceitou a idéia.

Levantou-se da cadeira de rodas onde se jogara e começou a agir. Sua filha e seu genro lhe haviam usurpado os bens, arrancando-lhe as possibilidades de viver como desejasse. Mas não podiam lhe destruir as conquistas interiores.

Ela tinha valor e esse valor podia ser usado em prol de outros desesperançados.

Ergueu-se, sacudiu a poeira da mágoa e começou a fazer sol em outras vidas, inundando-se de luz.


Se você está triste porque foi abandonado, lembre-se dos que nunca tiveram família, lar e afetos.

Se você está magoado porque lhe feriram, não permita que isso destrua o restante da sua vida.

Ninguém lhe pode tirar as conquistas realizadas, os talentos conseguidos e a imensa capacidade de amar que temos todos nós, espíritos imortais, filhos de Deus.

DESCONHEÇO O AUTOR

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IMAGINE

John Lennon

Nada porque matar ou porque morrer,
Nenhuma religião também.
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz…

Imagine nenhuma propriedade,
Eu me pergunto se você consegue.
Nenhuma necessidade de ganância ou fome,
Uma fraternidade de homens.
Imagine todas as pessoas
Compartilhando o mundo todo.

Você talvez diga que sou um sonhador,
Mas eu não o único.
Eu espero que algum dia você junte-se a nós,
E o mundo viverá como um único.


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NASCIMENTO DE JESUS

Perguntemos a Maria Madalena, onde e quando nasceu Jesus.

E ela nos responderá:

- Jesus nasceu em Betânia.

Foi certa vez, que a sua voz, tão cheia de pureza e santidade,despertou em mim a sensação de uma vida nova com a qual até então jamais sonhara.

Perguntemos a Francisco de Assis o que ele sabe sobre o nascimento de Jesus.

Ele nos responderá:

- Ele nasceu no dia em que, na praça de Assis entreguei minha bolsa,minhas roupas e até meu nome para segui-lo incondicionalmente, pois sabia que somente ele é a fonte inesgotável de amor.

Perguntemos a Pedro quando deu o nascimento de Jesus,

Ele nos responderá:

- Jesus nasceu no pátio do palácio de Caifas, na noite em que o galo cantou pela terceira vez, no momento em que eu o havia negado. Foi nesse instante que acordou minha consciência para a verdadeira vida.

Perguntemos a Paulo de Tarso, quando se deu o nascimento de Jesus.

Ele nos responderá:

- Jesus nasceu na Estrada de Damasco quando, envolvido por intensa luz que me deixou cego, pude ver a figura nobre e serena que me perguntava:

- Saulo, Saulo porque me persegue?

E na cegueira passei a enxergar um mundo novo quando eu lhe disse:

-  Senhor, o que queres que eu faça?!

Perguntemos a Joana de Cusa onde e quando nasceu Jesus.

E ela nos responderá:

- Jesus nasceu no dia em que, amarrada ao poste do circo em Roma, eu ouvi o povo gritar:

- Negue! Negue!

E o soldado com a tocha acesa dizendo:

- Este teu Cristo ensinou-lhe apenas a morrer?

Foi neste instante que, sentindo o fogo subir pelo meu corpo, pude com toda certeza e sinceridade dizer:

- Não me ensinou só isso, Jesus ensinou-me também a amá-lo.

Perguntemos a Tomé onde e quando nasceu Jesus.

Ele nos responderá:

- Jesus nasceu naquele dia inesquecível em que ele me pediu para tocar as suas chagas e me foi dado testemunhar que a morte não tinha poder sobre o filho de Deus. Só então compreendi o sentido de suas palavras:

-  Eu sou o caminho, a verdade e a vida.

Perguntemos à mulher da Samaria o que ela sabe sobre o nascimento de Jesus.

E ela nos responderá:

- Jesus nasceu junto à fonte de Jacob na tarde em que me pediu de beber e me disse:

-  Mulher, eu posso te dar a água viva que sacia toda a sede, pois vem do amor de Deus e santifica as criaturas.

- Naquela tarde soube que Jesus era realmente um profeta de Deus e lhe pedi:

-  Senhor, dá-me desta água.

Perguntemos a João Batista quando se deu o nascimento de Jesus

Ele nos responderá:

- Jesus nasceu no instante em que, chegando ao rio Jordão, pediu-me que o batizasse. E ante a meiguice do seu olhar e a majestade da sua figura pude ouvir a mensagem do Alto:

- “Este é o meu Filho Amado, no qual pus a minha complacência!”

Compreendi que chegara o momento de ele crescer e eu diminuir, para a glória de Deus.

Perguntemos a Lázaro onde e quando nasceu Jesus?

Ele nos responderá:

- Jesus nasceu em Betânia, na tarde em que visitou o meu túmulo e disse:

- Lázaro! Levanta.

Neste momento compreendi finalmente quem Ele era…

A Ressurreição e a Vida!

Perguntemos a Judas Iscariotes quando se deu o nascimento de Jesus.

Ele nos responderá:

- Jesus nasceu no instante em que eu assistia ao seu julgamento e a sua condenação. Compreendi que Jesus estava acima de todos os tesouros terrenos.

Foi naquele instante que percebi a Sua misericórdia e o Seu imenso amor pelas criaturas.

Perguntemos, finalmente, a Maria de Nazaré onde e quando nasceu Jesus.

E ela nos responderá:

- Jesus nasceu em Belém, sob as estrelas, que eram focos de luzes guiando os pastores e suas ovelhas ao berço de palha. Foi quando segurei em meus braços pela primeira vez que senti se cumprir a promessa de um novo tempo através daquele Menino que Deus enviara ao mundo, para ensinar aos homens a lei maior do amor.

DESCONHEÇO O AUTOR

Esta entrada foi publicada em março 25, 2010. Crie um bookmark para o link permanente.